A conta de luz dos brasileiros pode ficar 3,5% mais cara até o ano de 2050 por causa da derrubada de vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votados em uma sessão conjunta do Congresso Nacional.
Os deputados baianos que estavam presentes e votaram a favor da derrubada do veto, ou seja, para que tenha o aumento na conta, foram:
Adolfo Viana (PSDB – BA)
Alice Portugal (PCdoB – BA)
Capitão Alden (PL – BA)
Claudio Cajado (PP – BA)
Dal Barreto (UNIÃO – BA)
Daniel Almeida (PCdoB – BA)
Diego Coronel (PSD – BA)
Elmar Nascimento (UNIÃO – BA)
Gabriel Nunes (PSD – BA)
Ivoneide Caetano (PT – BA)
Jorge Solla (PT – BA)
Josias Gomes (PT – BA)
José Rocha (UNIÃO – BA)
João Leão (PP – BA)
Leo Prates (PDT – BA)
Lídice da Mata (PSB – BA)
Márcio Marinho (REPUBLICANOS – BA)
Mário Negromonte Jr. (PP – BA)
Otto Alencar Filho (PSD – BA)
Pastor Sargento Isidório (AVANTE – BA)
Paulo Azi (UNIÃO – BA)
Paulo Magalhães (PSD – BA)
Raimundo Costa (PODEMOS – BA)
Rogéria Santos (REPUBLICANOS – BA)
Valmir Assunção (PT – BA)
Waldenor Pereira (PT – BA)
Entenda o veto derrubado
A votação tem uma série de jabutis em seu texto, e fala sobre O Marco Regulatório de Energia Offshore, onde trata da geração de energia vinda por meio de turbinas eólicas. Os dispositivos adicionados na lei que foram derrubados por Lula eram considerados “jabutis”, termo que designa trechos inseridos no documento sem relação com a proposta inicial.
Conforme previsão da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), o custo de todos esses “jabutis” seria de R$ 545 bilhões nos próximos 25 anos. Considerando apenas os vetos já derrubados nesta terça-feira (17/6), o impacto seria de R$ 197 bilhões até 2050, cerca de R$ 7,5 bilhões por ano.
Boa parte dos vetos derrubados altera o artigo que aponta que a sociedade de economia mista ou a empresa pública envolvida deverá assumir a titularidade dos contratos de compra de energia do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).


